Jornada mínima de trabalho

O desenvolvimento das vacinas e dos demais medicamentos precisa atender a altos padrões de qualidade, segurança e eficácia. O farmacêutico é parte fundamental de todas as etapas do processo que, devido a sua finalidade e natureza, é bastante complexo.

Uma vacina, por exemplo, precisa passar por vários estágios de desenvolvimento. O estágio inicial é restrito aos laboratórios, a partir da análise do agente causador da doença e, também, de várias moléculas para definição da melhor composição do produto. O imunizante é posteriormente testado em animais, para verificar a capacidade de indução da produção de anticorpos, e posteriormente, com dados preliminares de segurança e possível eficácia, é testado em humanos.

Desenvolvidas em diversas partes do mundo, as vacinas contra a Covid-19 tiveram seu uso autorizado no Brasil por farmacêuticos. E eles, que são os responsáveis pela linha de produção da Coronavac, envasada no Brasil, agora, estão trabalhando na pesquisa de imunizantes inteiramente brasileiros. Estudos estão em andamento no Instituto Butantan e nas universidades federais do Paraná (UFPR) e de Minas Gerais (UFMG), entre outros, o que gerará autonomia e economia ao País.

Com sua fundamental importância à saúde da população, o farmacêutico merece uma jornada de trabalho compatível com a grande responsabilidade que assume, sem redução de salário. Essa adequação irá possibilitar, aos profissionais, melhores condições de vida, aumento na produtividade e, consequentemente, progresso no atendimento à população.

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